Os filtros e a vida na rede

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Os dois anos de pós-graduação em jornalismo na Cásper Líbero foram melhores do que eu poderia imaginar. Professores e textos inspiradores e diversas portas abertas para áreas até então desconhecidas.

Na minha monografia, com o título Os filtros e a vida na rede: o que muda quando o ambiente de interação é mediado por agentes não-humanos, pesquisei sobre filtros, algoritmos e a forma como estes agentes não-humanos e muitas vezes invisíveis, que selecionam as informações que recebemos ou não, podem mudar a forma como nos comunicamos e enxergamos a sociedade.

 

Abaixo, o resumo. O trabalho inteiro está disponível no meu perfil no Academia.edu e alguns textos que serviram de referência estão no meu perfil do scoop.it.


Os filtros e a vida na rede: o que muda quando o ambiente de interação é mediado por agentes não-humanos.

RESUMO

Esta monografia é resultado de um estudo sobre os filtros que permeiam a rede e a
forma como eles mudam o ambiente de interação digital, que passa a ser mediado
por agentes não-humanos. Baseando-se em teóricos que se dedicam a estudar a
rede, como Lev Manovich, Lawrence Lassig, Manual Castells, Steven Johnson,
Yochai Benkler e Eli Pariser serão abordados o histórico da rede, as possíveis
transformações na comunicação com o uso do Big Data, os diferentes tipos de filtros que organizam a rede e como as novas tecnologias possibilitam uma nova forma de curadoria de conteúdo, além de mudar o valor da informação. Com isso, será mostrada a importância do estudo e entendimento da rede.

Palavras chave: redes; filtros; curadoria; big data; agentes

debas

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